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  Eduardo Favaretto  |  29/06/2010  às 10h09
* Empreendedor, Especialista em Internet

 iBUSCAS completa 5 anos 

Parece que foi ontem, mas, incríveis 5 anos acabam de ser completados desde a fundação do iBUSCAS no final de junho de 2005. No mesmo ritmo da tecnologia que nos rodeia, muito rápidos e intensos. Que venham os próximos 5, 10, 15, 20, 25... e muitos outros mais!

Faço meus sinceros agradecimentos a todos que contribuíram e participaram dessa conquista - colaboradores, amigos e clientes.

É um momento importante para enfatizar em alto tom a missão da empresa:
"Organizar a informação no mundo virtual, com foco na integração, interação, análise, divulgação e disponibilidade por meio da Internet, com intuito de torná-la útil, de simples acesso, a qualquer tempo, em qualquer lugar, para facilitar a vida das pessoas no mundo real e contribuir para o desenvolvimento sustentável da sociedade."


Nesse clima de copa do mundo da África do Sul, deixo aqui um desenho pintado a mão pelo Felipe, adaptado da bandeira do Brasil, logo após os incríveis 3 a 0 da seleção brasileira de futebol na seleção do Chile (eh, eh). Acho que ainda foi pouco...

Estão aí as nossas 5 velinhas e também as nossas 5 estrelinhas. Parabéns aos pentacampeões: o iBUSCAS e o Brasil !



 

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  Eduardo Favaretto  |  14/05/2010  às 13h51
* Empreendedor, Especialista em Internet

 Eleição Eletrônica no mundo das nuvens 

Antes de pensar que a expressão "na nuvem" tem relação com meteorologia, esqueça isso e pense em "tecnologia remota". Pois é, desde o ano de 1995 quando configurei meu primeiro servidor Web já fazia uso de "computação na nuvem". Pensando de uma certa forma bem simples (me perdoem os experts em tecnologia), numa tarefa básica ou não, aquilo já representava o começo desse assunto.

Por este caminho, desde a disponibilidade de um formulário de "fale conosco" que gravava [hospedava] seus dados no próprio servidor Web, caminhando depois para aplicações de banco de dados com links para página de FTP (downloads), passando por uma ferramenta remota completa de e-commerce, ou fazendo uso dos próprios "logs das estatísticas" de publicidade on-line do ::buscas.com (na sua versão preliminar do ano 2000), bons exemplos de aplicações remotas foram semeados.

Naquela época eu já tinha a visão que os servidores caminhariam para "estarem plugados" na Internet - não faria mais sentido ter uma rede local, isolada do resto do planeta. De lá prá cá (ou até mesmo bem antes), usei e participei da instalação de todas as tecnologias que passaram a existir, VirtuOS, peer-to-peer, client-server, VPN via link dedicado, impressão remota via VNC, tunelamento de VPN via Internet, segurança de rede sem fio (do WEP para o WPA com Radius, etc.), e por aí vai... - antes da sopa de letrinhas da área técnica de TI, o que é muito importante mencionar é que a tecnologia existe para facilitar a vida dos mortais.
Em outras palavras, se a tecnologia estiver mais disponível para nós, se esta tiver seu acesso cada vez mais facilitado, ela será melhor ainda aproveitada por todos.

Eu considero esse quesito a principal essência de "aplicações na nuvem" ou "cloud computing" (pelo termo emprestado da língua inglesa), que atualmente ganha peso com a atuação de grandes players [do seguimento de TI e Internet], além do momento sublime que temos vivenciado com a evolução da disponibilidade de conexão com a Internet (banda larga barata, telefones inteligentes, diversidade de aparelhos [meios] com conexão wi-fi, uso de netbooks, custo reduzido de hospedagens na Web, alta capacidade de armazenamento de dados on-line, etc.). Ou seja, os quesitos técnicos limitantes no passado agora não são mais.

Nesta linha de raciocínio, em 2006 [exatos 4 anos atrás] participei do desenvolvimento do produto Voto Eletrônico (www.votoeletronico.com), um produto de gestão de eleição eletrônica via Internet que já nasceu "nas nuvens" (no mesmo ritmo das minhas idéias e projetos... rsrsrs...) e foi muito bem aceito pelo mercado.
Uma solução [contribuição] inovadora para criar e gerenciar procedimentos de votação e apuração de votos on-line, com a participação de eleitores e candidatos previamente cadastrados e autorizados a votar, com segurança, sigilo do voto e confiabilidade técnica em todo o procedimento.

Tenho orgulho de contribuir com um produto criado pelo iBUSCAS, muito útil para a sociedade, com ótima aceitação nas instituições comandadas por gestores que possuem visão estratégica diferenciada e a percepção que a inovação e evolução da tecnologia por meio do uso da Internet (mundo virtual) pode facilitar tarefas do dia a dia (mundo real).

Num exemplo de um dos últimos cases de "eleição eletrônica na nuvem", destaca-se a eleição encerrada no último dia 7 de maio de 2010, para o Economus Instituto de Seguridade Social, uma entidade fechada de previdência complementar dos funcionários do Banco Nossa Caixa (este adquirido pelo Banco do Brasil em 2009), que elegeu uma vaga para membro efetivo de seu Conselho Deliberativo e para seu Conselho Fiscal, bem como, seus respectivos suplentes. Mais de 6800 eleitores participaram da votação ocorrida 100% via Internet e mantida "aberta" num período de pouco mais de 10 dias.
Os eleitores dispensaram qualquer instalação de aplicativos, programas complementares ou até mesmo plug-ins em seus navegadores [web browsers], pois, bastava acessar o web site da entidade para chegar até a aplicação do Voto Eletrônico e participar da votação (uma senha prévia individualizada já havia sido divulgada para cada um dos eleitores) - a Comissão Eleitoral (Colégio Eleitoral) da entidade contou com o atendimento [apoio] remoto de forma permanente durante todo o procedimento de eleição eletrônica.

Taí, uma situação prática e funcional: quem sabe algum dia, assim como já é feito na declaração de imposto de renda, será possível eleger os governantes do próprio País pela Internet. A tecnologia já está disponível, resta equacionar todos os demais fatores relacionados. :)

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  Eduardo Favaretto  |  06/05/2010  às 16h17
* Empreendedor, Especialista em Internet
 O livro eletrônico já faz sucesso 

Polêmicas a parte, o livro físico [em papel como conhecemos] jamais será extinto e o livro eletrônico já faz [muito] sucesso, apesar da baixa adoção por parte de consumidores brasileiros. Na minha visão técnica, aposto no convívio de ambos, até mesmo no incremento das vendas das obras em papel, turbinadas pela existência da versão eletrônica.

Por que? Pelo simples motivo que a divulgação de um livro eletrônico "espalha-se" muito mais facilmente e por consequência, novos "e-consumidores" serão atingidos e muitos deles também terão interesse em armazenar um exemplar físico do próprio livro na estante de casa ou do escritório.

O mercado de livros eletrônicos crescerá muito nos próximos anos também por outras razões: pelo preço menor ao consumidor, pela praticidade na aquisição, sustentabilidade da operação, vantagens ao autor e usuários, lucros permanentes e contínuos aos editores e pelas facilidades de acesso a mercados nunca antes atingidos [que eram limitados pela deficiência de bons pontos de distribuição e existência de diversos custos indiretos].

Destaco que na cadeia intermediária de valor, as editoras e livrarias manterão suas participações ativas, cada qual com seu papel.
Evidentemente que ambas deverão reformular suas atuações, empregando mais recursos técnicos em suas estruturas. Outra verdade garantida é que o autor será melhor remunerado, pois os custos de reprodução e distribuição serão muito reduzidos.

Eu julgo que dois fatores são os mais comprometedores nesse segmento: disponibilidade do catálogo e o transporte na entrega (ou tempo e deslocamento na aquisição).

É sempre um prazer dirigir-se a uma livraria física. Mas, diferentemente de morar numa área metropolitana, com inúmeras opções de livrarias, em cidades menores nem sempre existe essa facilidade e por consequência, a disponibilidade de um catálogo variado não é tão comum.  Além disso, você deve dispor de um certo tempo para cumprir a tarefa [de deslocar-se até um ponto de venda] para aquisição de um livro.
Num outro cenário, se optar pela compra virtual e não residir na mesma região geográfica da livraria virtual que você está comprando, muitas vezes o custo do frete pode superar o valor da obra - experimente simular uma compra de procedência de São Paulo-SP para ser entregue em Recife-PE (exemplo: consulte nos Correios o CEP:
50050-160 e verá que o frete via SEDEX para um livro de R$19,00 pode custar mais que o próprio livro). Imagine alguém no exterior (outro país) que tenha interesse na aquisição do mesmo livro... os custos indiretos gerados pelo transporte e tempo de recebimento do produto podem inviabilizar a compra.

Para "melhor digerir" esse estágio de mudanças no segmento editorial, pensei em algumas correlações simples e elaborei o "Comparativo entre Livro Físico versus Livro Eletrônico", descrito na tabela abaixo:
                 

Para explicar detalhadamente esta tabela, a discussão será longa e necessitará de outras postagens. Participe dessa discussão, deixe aqui seu comentário.
O importante é estar ciente que a revolução dos livros eletrônicos já está ocorrendo há anos e ainda existem pessoas que a ignoram.

Isso é só o começo, prepare-se para muito mais que virá em breve. =)
  

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  Eduardo Favaretto  |  31/03/2010  às 09h49
* Empreendedor, Especialista em Internet
 5 dicas para driblar o excesso de informação 

Você tem uma enxurrada de e-mails ainda não respondidos? Não leu as notícias (mesmo on-line) dos jornais de hoje? Sente-se incompetente em não acompanhar tudo que acontece em sua área de atuação? Acalme-se, você não está só nessa jornada periódica.

Eu percebo que esses assuntos batem à porta de muitas pessoas. Por onde passo noto a choradeira generalizada: o tempo está cada vez mais escasso para resolver tudo aquilo que é proposto para o dia a dia.
Até já comentei esse assunto nesse blog, deixando claro que a percepção de tempo é muito particular para cada indivíduo.
Apesar dos benefícios criados pela era da conexão [??? será isso mesmo ou estou inventando mais uma?], quem atua no mercado de tecnologia ou Internet talvez sofra um pouco mais desse mal, pelo simples compromisso de "manter-se conectado" a maior parte do tempo.

Recomendo então 5 dicas para ajudar a acalmar um pouco os ânimos dos "tecno-colegas" mais ansiosos:

1)Informação via e-mail: se você gerencia várias contas de e-mail simultaneamente e está acostumado baixá-los para seu computador, use um anti-spam simples como o MailWasher para fazer o trabalho grosso de filtrar e baixar apenas as mensagens desejadas - não desperdice seu tempo acessando todas elas, mate o spam marketing diretamente "no ninho";

2) Informação via web: grave na opção de abertura inicial de seu browser todas as páginas que você usa com mais freqüência (ex: bancos, webmail, dicionários, sites de notícias, etc.) - o Firefox faz isso muito bem. Ao acessar o browser pela primeira vez no dia, todas estas páginas serão abertas simultaneamente em abas diferentes, poupando-lhe muitos minutos de seu tempo;

3) Informação prioritária e urgente: não perca o foco de seu trabalho. É muito fácil dispersar-se ao acessar a Internet. Portanto, programe seu dia para cumprir as tarefas planejadas antes de começar a navegar pela web. Faça um "to-do-list" (lista de pendências a resolver) e distribua as tarefas que pretende cumprir durante o dia nos dois períodos (manhã e tarde) - para as tarefas mais chatas ou complicadas reserve as primeiras horas de sua manhã, pois, assim que resolvê-las, o restante de seu dia será mais agradável;

4) Informação em livros: ao coletar informações em livros, estas ficam consolidadas mais rapidamente em sua mente, você absorve o conhecimento do autor ou especialista de forma sintética, objetiva e abrangente, a velocidade do aprendizado é maior - é importante notar que para você compilar isso tudo sozinho, por conta própria, vai gastar muito mais tempo;

5) Informação do mundo: discipline-se e faça escolhas. Você não será capaz de absorver toda a informação do mundo, portanto, escolha as áreas e os assuntos que mais lhe interessam e concomitantemente tente construir algo de valor para a sua vida. Não deixe de pensar de forma eclética - por exemplo: se você domina assuntos sobre economia, procure não deixar de ler algo sobre cinema ou artes para "refrigerar" parte de seus neurônios.

O mundo não vai parar de girar. O volume de informação manterá um crescimento exponencial mês a mês.
Esse talvez seja o principal motivo que exigirá mudanças radicais nos hábitos de todos, até mesmo para driblar o excesso de informação a ser absorvida.

Pense nisso e ache seu próprio caminho. =)
  

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  Eduardo Favaretto  |  18/03/2010  às 10h35
* Empreendedor, Especialista em Internet
 Empreendedorismo no mercado ponto com 

Pensar com a cabeça de um bom empreendedor, enxergar oportunidades no mercado das empresas ponto com não é tarefa fácil.  
Assim como no mundo real, o mundo virtual é repleto de desafios, especialmente quanto aos quesitos inovação, criatividade, oportunidade, estratégia e agilidade.

Mas todos estes princípios, que devem ser analisados previamente por um bom empreendedor virtual, só terão valor se uma grande massa de usuários "comprar a utilidade" do próprio projeto. Em outras palavras: ter um empreendimento de sucesso na Internet significa antes de mais nada mobilizar o maior número de visitantes para fazerem uso de seu projeto, diariamente, os quais encontrarão utilidade do mesmo para benefícios próprios.

É fácil exemplificar. Quando usamos o buscador Google, procuramos informações (ou sites) que nos interessam; no Linkedin, nos relacionamos profissionalmente com nossa rede de contatos; no Slideshare, compartilhamos nossas apresentações e nosso conhecimento; no Post Social, recomendamos (espalhamos) nossos artigos e o conteúdo que produzimos em diversas mídias sociais de língua portuguesa; no FaceBook nos relacionamos socialmente de forma virtual; no Vimeo podemos exibir nossos vídeos sem apelo comercial; no Twitter informamos nosso status momentâneo, influenciamos e somos influenciados por pessoas que nos interessam por algum motivo.
Insisto um pouco mais: o sucesso de um serviço on-line está diretamente associado aos benefícios que este traz para seus usuários.

Uma pergunta que sempre me fazem: Como ganhar dinheiro com isso? Respondo: A gratuidade está instituída na mente de todos os usuários da Internet. Uma pequena parcela (de 1% a 3%) do número total de usuários visitantes, que tornarem-se "cadastrados" nos serviços, poderão ter interesse em pagar por algo "a mais" (extra) que recebam, desde que seja barato, muito útil e necessário, e que não exista meio similar de ser obtido num outro serviço 100% gratuito.

Ou seja, para você pensar em $$$, antes disso você deve atrair muitos visitantes através de uma boa idéia colocada em prática, inovadora e criativa, que aproveite uma determinada oportunidade ou segmento de mercado, seja agilmente colocada em prática, com ações estratégicas perfeitas. Fácil né?
Não desista, empreendedorismo virtual é assim mesmo. =)

   

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  Eduardo Favaretto  |  27/02/2010  às 13h53
* Empreendedor, Especialista em Internet
 Da muvuca digital para a Internet Social 

Tenho a impressão que já passou da hora de ser feita uma faxina na Internet. Certa vez já discuti esse assunto com dois amigos, mas percebi que apesar do absurdo que isto poderia parecer para a época (falando tanto conceitualmente quanto tecnicamente), seria uma das poucas saídas existentes para dar [uma nova] credibilidade a Rede com o avançar dos anos.

Não falo em censura ou restrições, estou pregando "re-escrever" o modelo da Web do nosso dia-a-dia, para limpar o lixo, dirigir o foco para uma Internet Social: mais filtrada, segmentada, útil, prática, objetiva e em tempo real.

Hoje a dependência da humanidade do oráculo Google é essencial. Já vi blogueiros tentando passar só 24 horas sem usar o serviço, concluindo no final que a empreitada alternativa para adequar a árdua tarefa por intermédio de outras ferramentas similares, exigiria, no mínimo, um trabalho homérico de muitas horas dispersas - ufa! até parece pesadelo não é? nem vamos pensar nisso...

Quando deixei o mercado de Informática para dedicar-me exclusivamente à Internet já estava há tempos pensando em adequar a minha visão de buscas na Internet no projeto do  ::buscas.com, o qual intitulei de o "primeiro buscador social colaborativo do mundo" - o trabalho maior ficou para a criação do modelo de negócio (lembrando que a gratuidade é um ponto relevante de qualquer serviço na Internet) e das condições técnicas de desenho do projeto. O projeto mantém-se em desenvolvimento permanente, com passadas largas e curtas - a ansiedade para ativá-lo publicamente é grande.

Se traçarmos um panorama do cenário atual dos serviços de buscas, podemos considerar um macro problema: a quantidade de informação na web cresce absurdamente, ano após ano. Isso é [muito] bom pelo lado da diversidade de fontes de conteúdo que hoje temos acesso, mas a Torre de Babel da antiguidade já foi superada por uma verdadeira "muvuca digital".
Temos vivenciado uma fração desse universo no serviço do Post Social, que recebe semanalmente centenas de recomendações de conteúdo, inúmeros links com artigos em português, desde os mais interessantes (importantes e úteis), até as mais absurdos possíveis (links de pirataria, ilegalidade, pornografia). Mas, como o conteúdo é filtrado por moderadores, o inútil é eliminado, criando um base de dados limpa, que em breve será disponibilizada para consultas.

Há algum tempo já havia comentado sobre o Twitter, o qual considero um buscador de tempo real  - ou seja, antes de mais nada é um serviço que socializa a informação on-line, permitindo que esta seja encontrada no momento do fato ocorrido. Pensando por este caminho o Twitter registra "flashes" instantâneos de fatos e opiniões pessoais, um verdadeiro compartilhamento de informações entre leigos e especialistas, entre redes de amigos, ou grupos com interesses comuns. Mas no fundo, no fundo, cada troca de informações gera mais informações e consequentemente, novos links de conteúdo, novas URLs (Uniform Resource Locator), encurtadas ou não, são criadas na prática.

Neste panorama, com o lançamento do Buzz, o buscador Google turbinou seus +37 milhões de usuários do Gmail da noite para o dia, incentivando-os a serem mais sociáveis, e com a aquisição da tecnologia do Aardvark, site de perguntas & respostas sociais , o oráculo corre atrás do tempo perdido - o Twitter com 18 milhões de usuários foi lançado em 2006, ou seja, tem 4 anos de dianteira, além do Facebook que já atinge o número de +400 milhões de usuários no mundo. Se falarmos de outro gigante, a Microsoft, disparadamente líder do setor de IM (mensageiro instantâneo) com 330 milhões de usuários, também é um páreo duro na busca de informações em real-time.

Não podemos também esquecer da integração da Web Semântica e do Geoposicionamento, tecnologias que serão turbinadas com a expansão da Internet móvel.

Mas o que tudo isso ajuda você?
Minha visão de buscas é que cada empresa deveria investir em seu próprio buscador, como opção inserida em seu próprio site e com um diferencial temático do setor que atua. No exterior já identifiquei vários exemplos do assunto - aqui no Brasil conheço poucos. Trocando em miúdos: aproveitar as informações que circulam no próprio segmento que a empresa está inserida criará vínculos reais de relacionamentos, proximidade com os usuários, eventuais contatos e futuros negócios.

Portanto, cada vez mais, para seu bem, comece a "desligar-se" das ferramentas de buscas generalistas e pense em criar sua própria "Internet Social", associada ao seu mercado de atuação, sua rede de trabalho ou estudo, seus assuntos específicos, em tempo real, disponível no instante que você precisar.

O que eu quero dizer é que pensando em nossa volta temos muita informação circulante. Até então os buscadores focavam seu trabalho em catalogar links já existentes, como uma biblioteca de documentos, sem qualquer ordenação específica e é fato que cada vez mais recorremos a opinião de amigos, pessoas conhecidas e parentes para decidir sobre as coisas que devem ser adquiridas, seja um produto ou serviço.
Que bom seria se uma fórmula mágica fizesse a concatenação destes dois mundos de uma forma muito simples e prática.

É viver para ver. =)
  
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