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 O que são feeds? O que é RSS ?


  Eduardo Favaretto  |  18/03/2010  às 10h35
* Empreendedor, Especialista em Internet
 Empreendedorismo no mercado ponto com

Pensar com a cabeça de um bom empreendedor, enxergar oportunidades no mercado das empresas ponto com não é tarefa fácil.  
Assim como no mundo real, o mundo virtual é repleto de desafios, especialmente quanto aos quesitos inovação, criatividade, oportunidade, estratégia e agilidade.

Mas todos estes princípios, que devem ser analisados previamente por um bom empreendedor virtual, só terão valor se uma grande massa de usuários "comprar a utilidade" do próprio projeto. Em outras palavras: ter um empreendimento de sucesso na Internet significa antes de mais nada mobilizar o maior número de visitantes para fazerem uso de seu projeto, diariamente, os quais encontrarão utilidade do mesmo para benefícios próprios.

É fácil exemplificar. Quando usamos o buscador Google, procuramos informações (ou sites) que nos interessam; no Linkedin, nos relacionamos profissionalmente com nossa rede de contatos; no Slideshare, compartilhamos nossas apresentações e nosso conhecimento; no Post Social, recomendamos (espalhamos) nossos artigos e o conteúdo que produzimos em diversas mídias sociais de língua portuguesa; no FaceBook nos relacionamos socialmente de forma virtual; no Vimeo podemos exibir nossos vídeos sem apelo comercial; no Twitter informamos nosso status momentâneo, influenciamos e somos influenciados por pessoas que nos interessam por algum motivo.
Insisto um pouco mais: o sucesso de um serviço on-line está diretamente associado aos benefícios que este traz para seus usuários.

Uma pergunta que sempre me fazem: Como ganhar dinheiro com isso? Respondo: A gratuidade está instituída na mente de todos os usuários da Internet. Uma pequena parcela (de 1% a 3%) do número total de usuários visitantes, que tornarem-se "cadastrados" nos serviços, poderão ter interesse em pagar por algo "a mais" (extra) que recebam, desde que seja barato, muito útil e necessário, e que não exista meio similar de ser obtido num outro serviço 100% gratuito.

Ou seja, para você pensar em $$$, antes disso você deve atrair muitos visitantes através de uma boa idéia colocada em prática, inovadora e criativa, que aproveite uma determinada oportunidade ou segmento de mercado, seja agilmente colocada em prática, com ações estratégicas perfeitas. Fácil né?
Não desista, empreendedorismo virtual é assim mesmo. =)

   

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  Eduardo Favaretto  |  27/02/2010  às 13h53
* Empreendedor, Especialista em Internet
 Da muvuca digital para a Internet Social

Tenho a impressão que já passou da hora de ser feita uma faxina na Internet. Certa vez já discuti esse assunto com dois amigos, mas percebi que apesar do absurdo que isto poderia parecer para a época (falando tanto conceitualmente quanto tecnicamente), seria uma das poucas saídas existentes para dar [uma nova] credibilidade a Rede com o avançar dos anos.

Não falo em censura ou restrições, estou pregando "re-escrever" o modelo da Web do nosso dia-a-dia, para limpar o lixo, dirigir o foco para uma Internet Social: mais filtrada, segmentada, útil, prática, objetiva e em tempo real.

Hoje a dependência da humanidade do oráculo Google é essencial. Já vi blogueiros tentando passar só 24 horas sem usar o serviço, concluindo no final que a empreitada alternativa para adequar a árdua tarefa por intermédio de outras ferramentas similares, exigiria, no mínimo, um trabalho homérico de muitas horas dispersas - ufa! até parece pesadelo não é? nem vamos pensar nisso...

Quando deixei o mercado de Informática para dedicar-me exclusivamente à Internet já estava há tempos pensando em adequar a minha visão de buscas na Internet no projeto do  ::buscas.com, o qual intitulei de o "primeiro buscador social colaborativo do mundo" - o trabalho maior ficou para a criação do modelo de negócio (lembrando que a gratuidade é um ponto relevante de qualquer serviço na Internet) e das condições técnicas de desenho do projeto. O projeto mantém-se em desenvolvimento permanente, com passadas largas e curtas - a ansiedade para ativá-lo publicamente é grande.

Se traçarmos um panorama do cenário atual dos serviços de buscas, podemos considerar um macro problema: a quantidade de informação na web cresce absurdamente, ano após ano. Isso é [muito] bom pelo lado da diversidade de fontes de conteúdo que hoje temos acesso, mas a Torre de Babel da antiguidade já foi superada por uma verdadeira "muvuca digital".
Temos vivenciado uma fração desse universo no serviço do Post Social, que recebe semanalmente centenas de recomendações de conteúdo, inúmeros links com artigos em português, desde os mais interessantes (importantes e úteis), até as mais absurdos possíveis (links de pirataria, ilegalidade, pornografia). Mas, como o conteúdo é filtrado por moderadores, o inútil é eliminado, criando um base de dados limpa, que em breve será disponibilizada para consultas.

Há algum tempo já havia comentado sobre o Twitter, o qual considero um buscador de tempo real  - ou seja, antes de mais nada é um serviço que socializa a informação on-line, permitindo que esta seja encontrada no momento do fato ocorrido. Pensando por este caminho o Twitter registra "flashes" instantâneos de fatos e opiniões pessoais, um verdadeiro compartilhamento de informações entre leigos e especialistas, entre redes de amigos, ou grupos com interesses comuns. Mas no fundo, no fundo, cada troca de informações gera mais informações e consequentemente, novos links de conteúdo, novas URLs (Uniform Resource Locator), encurtadas ou não, são criadas na prática.

Neste panorama, com o lançamento do Buzz, o buscador Google turbinou seus +37 milhões de usuários do Gmail da noite para o dia, incentivando-os a serem mais sociáveis, e com a aquisição da tecnologia do Aardvark, site de perguntas & respostas sociais , o oráculo corre atrás do tempo perdido - o Twitter com 18 milhões de usuários foi lançado em 2006, ou seja, tem 4 anos de dianteira, além do Facebook que já atinge o número de +400 milhões de usuários no mundo. Se falarmos de outro gigante, a Microsoft, disparadamente líder do setor de IM (mensageiro instantâneo) com 330 milhões de usuários, também é um páreo duro na busca de informações em real-time.

Não podemos também esquecer da integração da Web Semântica e do Geoposicionamento, tecnologias que serão turbinadas com a expansão da Internet móvel.

Mas o que tudo isso ajuda você?
Minha visão de buscas é que cada empresa deveria investir em seu próprio buscador, como opção inserida em seu próprio site e com um diferencial temático do setor que atua. No exterior já identifiquei vários exemplos do assunto - aqui no Brasil conheço poucos. Trocando em miúdos: aproveitar as informações que circulam no próprio segmento que a empresa está inserida criará vínculos reais de relacionamentos, proximidade com os usuários, eventuais contatos e futuros negócios.

Portanto, cada vez mais, para seu bem, comece a "desligar-se" das ferramentas de buscas generalistas e pense em criar sua própria "Internet Social", associada ao seu mercado de atuação, sua rede de trabalho ou estudo, seus assuntos específicos, em tempo real, disponível no instante que você precisar.

O que eu quero dizer é que pensando em nossa volta temos muita informação circulante. Até então os buscadores focavam seu trabalho em catalogar links já existentes, como uma biblioteca de documentos, sem qualquer ordenação específica e é fato que cada vez mais recorremos a opinião de amigos, pessoas conhecidas e parentes para decidir sobre as coisas que devem ser adquiridas, seja um produto ou serviço.
Que bom seria se uma fórmula mágica fizesse a concatenação destes dois mundos de uma forma muito simples e prática.

É viver para ver. =)
  
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  Eduardo Favaretto  |  13/02/2010  às 08h27
* Empreendedor, Especialista em Internet
 Surpresa nas estatísticas de publicidade on-line em buscadores e portais

No início do segundo semestre de 2009, iniciamos o desenvolvimento de uma ferramenta on-line para medição estatística do comportamento de anúncios publicitários na Internet: o iBUSCAS Stats. Focado principalmente para desvendar algumas pistas que permitam ade
quar campanha de divulgações on-line com resultados diretos em negócios concretizados, a ferramenta tem o objetivo de ligar as duas pontas: de um lado os anúncios, de outro a lista de prospects ou futuros clientes.
  
O iBUSCAS Stats é parte integrante do serviço brasileiro ::buscas.com (em reestruturação), mas já pode ser usado na medição de campanhas de publicidade on-line por algumas empresas que possuem projetos atendidos pelo iBUSCAS.

Devido sua versatilidade é possível integrar a medição estatística de anúncios publicitários inseridos em diversos sites, tais como, buscadores e portais e gerar relatórios compilados com a comparação de desempenho entre eles, filtrado por anúncio, por campanha, por período de tempo, etc.

Para simular seu funcionamento na prática, temos administrados algumas campanhas on-line para um grupo restrito de clientes e com isso pudemos comprovar grandes variações entre cada serviço de mídia on-line que publica os chamados "links patrocinados", "buscas patrocinadas" ou SEM (Search Engine Marketing).

Para aqueles que nunca ouviram falar deste assunto, explico melhor. Com a popularização da Internet, os buscadores e portais web passaram a comercializar espaços publicitários on-line de baixo custo, no formato texto, semelhante a um classificado: um título, um bloco de texto resumido e um link remetendo a uma página na Internet. Rapidamente tornaram-se uma alternativa à publicidade tradicional (anúncios feitos em jornais, revistas, páginas amarelas, etc.), com a inclusão de três diferenciais inusitados: 1) os anúncios on-line poderiam ser medidos e rastreados, permitindo a avaliação de sua eficiência; 2) você escolhia um grupo de palavras chaves relacionadas ao conteúdo do seu anúncio que permitisse o direcionamento filtrado do público alvo; 3) o conceito de "marketing de performance" na tarifação, ou seja, você só seria cobrado quando algum usuário clicasse em seu anúncio.

Tentar extrair informações estatísticas de forma individualizada de cada painel de controle dos três serviços de publicidade on-line avaliados (Google, Yahoo e UOL), não foi uma tarefa fácil. No período de 6 meses fizemos 6 campanhas com 3 anúncios diferentes em cada uma delas. Por exemplo, na tabela ao lado obtida de um dos anúncios publicados, identificamos uma variação sensível do número de cliques recebidos: 1851 no Google, 310 no Yahoo-Bing e 90 no UOL. Isso para nós foi uma surpresa, pois não fazíamos idéia de alguns resultados que apareceriam, como por exemplo, as gritantes diferenças de desempenho, pontos fortes e fracos de cada uma destas mídias on-line.
No quesito CTR* (Click Through Rate, ou Taxa Relativa de Cliques) da tabela, fiz questão de alterar a relação para cada 1 mil visualizações ao invés de apenas 100, para simplificar o entendimento da taxa obtida. Ou seja, seu significado é: a cada mil vezes que o anúncio foi visualizado (exibido) este recebeu "n" cliques. Assim, conforme a tabela, a cada mil vezes que o anúncio foi exibido no Google, praticamente foi clicado por 2 pessoas apenas.

Interessante notar 3 conclusões óbvias, mas não intuitivas, ao consultar esta tabela e os gráficos a seguir:
1) O buscador Google reportou um número grande de cliques (82% do total) e o portal UOL um número imenso  de visualizações/exibições (59% do total). Mas nos dois casos tive a sensação que a qualidade do visitante não agradou. Explico melhor: a campanha estava ativada na "rede de conteúdo" do Google, ou seja, a ampla maioria dos cliques vieram das veiculações publicitárias via o serviço AdSense do Google (ao invés de diretamente das caixas de buscas, principal e de parceiros), com um custo mínimo por clique (cerca de R$ 0,15 médio). Já como o portal UOL atrela a exibição do anúncio de acordo com o conteúdo das páginas onde este pode ser inserido (não veicula os anúncios diretamente quando uma palavra chave específica é buscada por um usuário), o número de vezes que o anúncio é impresso (exibido ou visualizado) é imenso, da ordem de milhões de vezes e nem sempre (na ampla maioria das vezes) é clicado pelo usuário;

             

2) A taxa de CRT do Yahoo-Bing foi na maioria das vezes melhor que os demais (Google e UOL) - neste caso contribuiu com 83% do desempenho de qualidade da campanha. Trocando em miúdos para você entender corretamente: isso pode sugerir que o público que visita o Yahoo-Bing é um público mais focado no assunto que procura, ou seja, o anúncio precisou de um número muito menor de exibições para despertar o interesse de ser clicado por quem estava visualizando-o. Ou ainda, nesse raciocínio de "exibição+qualidade de público", a ampla maioria de cliques provenientes destes ambientes não vieram de sites de "rede de conteúdo" e sim diretamente da caixa de busca das ferramentas (site Yahoo e site Bing/Microsoft);

3) A ampla maioria das pessoas que clicaram nos anúncios on-line fizeram entre o período das 10h00 às 20h00. Ou seja, os "consumidores on-line" não estão animados [ou despertados] para o consumo [ou para os cliques publicitários] logo nas primeiras horas da manhã, mas por outro lado, ampliam seus interesses em aquisições além do limite tradicional das 18h00 (término do horário comercial na maioria dos negócios). Isso pode sugerir às empresas a necessidade de ajustarem suas estruturas para prever atendimento de consumidores além das 18h00 como um diferencial competitivo.

Tem muitas outras conclusões a respeito, mas vou parando por aqui para não "esticar" ainda mais esta postagem.

Em resumo: para que seus anúncios on-line sejam amplamente exibidos, opte pelo UOL e Google com a "rede de conteúdo" ativada. Para obter melhor qualidade da resposta de público, opte pelo Yahoo-Bing e refina sua campanha no Google para participar apenas dos resultados da caixa de busca dirigida, respondendo diretamente às necessidades dos usuários que procuram por palavras chaves associadas ao seu anúncio.
Talvez você desembolse mais $$$ por cada clique (sua verba de campanha deverá ser maior), mas acredito que os resultados serão bem diferentes.

É o que eu vou fazer por aqui - uma experimentação de uma nova série de campanhas com foco nas caixas de buscas apenas. Um verdadeiro SEM (Search Engine Marketing) bem dirigido. Quando terminá-la apresento os resultados nesse blog.

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  Eduardo Favaretto  |  06/02/2010  às 08h15
* Empreendedor, Especialista em Internet
Blog do Milton Assumpção: O Vendedor de Livros

Apesar de todos os dias eu "respirar" Internet, vasculhando informações na Web a todo instante, implementando projetos e lendo muitos textos e páginas de sites (na frente da tela do laptop), nos últimos anos tenho lido mais livros. Sim, o livro impresso ainda é meu favorito tanto pelo prazer da leitura descontraída fora da tela digital quanto pela absorção de um conteúdo já filtrado e compilado pelo autor.
  
Nestas últimas férias de final de ano eu li "O Vendedor de Livros" escrito por Milton Mira de Assumpção Filho, profissional reconhecido no mercado nacional e internacional de livros como um dos mais importantes experts em marketing. O texto muito bem construído pelo Milton me agradou muito, a leitura fluiu sozinha, os cases relatados são excelentes e pude identificar diversos cenários e épocas que também vivenciei na prática.
Interessante notar que o empreendedorismo está ao nosso redor, mas são poucas pessoas que possuem o dom da percepção correta ao enxergar idéias e transformá-las em ações práticas úteis para a sociedade, além de revertê-las em negócios. Milton fez e faz isso com louvor, como editor de livros e profissional de marketing, quando inova e antecipa tendências. Vou usar aqui suas próprias palavras: "Não adianta ter conhecimentos, pensar estrategicamente e ficar só no planejamento. Em um sistema de competição, vão estar à frente os profissionais que captarem primeiro as informações úteis e transformarem em ações práticas e produtivas para si e suas empresas".

Como amigo e parceiro de negócios, tive o privilégio de participar com o Milton da idealização, construção e publicação de seu blog, usando todo o ferramental técnico do iBUSCAS e a ajuda das designers Bruna Bernardo e Tatiana Inoe de minha equipe. O Blog do Milton (www.blogdomilton.com.br) acaba de ser ativado com intuito de discutir assuntos relacionados a Marketing, Liderança, Economia, Sustentabilidade, Empregabilidade - a primeira postagem é justamente sobre o lançamento do livro "O Vendedor de Livros" que contou com a presença do ilustre Ex-Presidente do Brasil Sr. Fernando Henrique Cardoso na noite de autógrafos.

Apesar da disponibilidade de feeds/RSS 2.0 das postagens do blog para aqueles que usam softwares agregadores de conteúdo, nasce com o Blog do Milton uma inovação: aqueles que desejarem poderão cadastrar-se no site para receber o conteúdo do blog via e-mail marketing, sendo notificados sempre que ocorrerem atualizações.
Uma idéia simples, que antecipa a tendência da busca cada vez maior de informações focadas, que poupe nosso tempo, filtradas por profissionais experientes, chegando até nós de forma muito cômoda.
Diferente do Milton, tenho quase certeza que você ainda não pensou neste recurso para o seu blog. =)
   

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  Eduardo Favaretto  |  26/01/2010  às 20h27
* Empreendedor, Especialista em Internet
 +40 agregadores em português para divulgar seu conteúdo

Aprenda porque é importante publicar seus posts ou artigos em diversos sites de conteúdo colaborativo - uma tarefa que deve ser periódica e permanente.

Se você está cansado de tentar destacar seu blog ou site nesse mar de informações que é a Internet, reconhece as dificuldades encontradas. Há algum tempo já falei aqui de algumas dicas primordiais para executar esta tarefa - agora quero mencionar outras 9 dicas complementares para ajudá-lo nesta empreitada, com uso do Post Social (www.postsocial.com.br).

Dica 1: A primeira coisa que você tem que ter em mente é não desistir jamais. Certa vez eu ouvi de um professor que os pilares de nosso sucesso estão embasado em 3 fatores importantes: ter fé (acreditar), ter persistência e ter disciplina - disso eu nunca mais esqueci e recomendo que você também o faça.

Dica 2: Tenho certeza que o conteúdo que você publica em seu blog ou site é ótimo, desde que antes de mais ninguém, você também o considere. Em outras palavras: escreva sempre pensando em seu leitor - quando você colocar-se na posição de um leitor e identificar "valor" naquilo que você escreveu, parabéns, sua missão foi cumprida. Visto por este "ângulo" se for bom para você, será bom para o seu leitor também. Seja criativo, demonstre conhecimento do assunto.

Dica 3: Não "aprisione" seu conteúdo. Deixar um bom texto sem divulgação é perpetuá-lo ao esquecimento. Tudo bem que seu blog ou site recebe muitas visitas, mas, o importante neste caso é renovar o grupo de visitantes a todo instante. Taí um dos principais papéis do Post Social - tudo que você publica vai para uma variedade de pessoas, com gostos e pensamentos muito ecléticos, uma diversidade de opiniões em rede que multiplica sua divulgação por meio de inúmeros links adicionais espalhados por aí. Discipline sua rotina da semana e tente ao menos ocupar algumas horas para divulgar seu conteúdo via Post Social.

Dica 4: Não "polua" seu site, seja simples, destaque logo de cara o texto que você gastou tanto tempo para escrevê-lo. Eu vejo por aí tantos blogs e sites legais, mas um dos principais impedimentos para eu não voltar a visitá-los é a tamanha "poluição" visual entre anúncios e banners publicitários quase sempre sem muito sentido. Se o seu blog ou site está desse jeito, tome a decisão de remodelá-lo.

Dica 5: Dos mais de 40 agregadores de conteúdo que estão listados na ferramenta do Post Social, temos alguns "veteranos tradicionais" (com mais anos de atuação no mercado), alguns com pouco mais de um ano de vida e outros novatos, a maioria do Brasil, muitos em Portugal e alguns em outras partes do mundo. Sugiro que visite e publique seu conteúdo em todos eles, sem distinção, mesmo que você já tenha seu juízo de valor formado a respeito desse assunto. É interessante notar que cada empreendedor que criou e publicou cada um destes agregadores "investiu tempo" para fazê-lo e disponibilizou gratuitamente este trabalho para você. Retribua-o com a publicação de seu link por lá, pois, isso será um incentivo para que eles tornem-se cada vez melhores e também possam crescer, automaticamente melhorando ainda mais seus serviços.

Dica 6: Uma boa idéia não surge com hora marcada. Deu aquele estalo? "caiu a maça" na sua cabeça? Está no metrô, na fila do banco, falando ao telefone... anote imediatamente as linhas guias dessa idéia, estas poderão ajudá-lo no desenvolvimento de um bom conteúdo, às vezes até um bom projeto. Assim que tiver mais tempo, aproveite os rabiscos iniciais e transforme-os no texto finalizado para ser aproveitado numa nova publicação.

Dica 7: Reserve uma parte de seu tempo para pensar nos assuntos que escreve. Que tal os 15 minutos iniciais de seu dia? Evidentemente que muitas vezes vai faltar inspiração. Tudo é questão de exercício, uma vez que você pratique, a próxima vez será mais fácil. Se o pensamento "travar", não insista. Pare algumas horas, faça outra atividade e subitamente, quando você menos esperar aparecerá o "gancho" que você precisava para completar a sua idéia central.

Dica 8: Sabemos que os buscadores web ajudam muito a nossa vida no dia a dia. Eles também indexam e classificam o conteúdo de todos os agregadores que fazem parte do Post Social, em seus inúmeros tipos de conteúdo (notícias, feeds, favoritos, artigos, postagens, comentários, etc.). Quando fazem esta tarefa os buscadores também (indiretamente) indexam os links de seu blog ou site que foram publicados nos agregadores de conteúdo, contribuindo para ampliar ainda mais o "espalhamento" de links, a divulgação dos textos e por consequência o número de novos visitantes. 

Dica 9: Visite você também os agregadores de conteúdo periodicamente, contribua com a votação das matérias e não deixe de aproveitar as informações ali compartilhadas. Para sua surpresa muito conteúdo filtrado disponível por lá nem sempre está nos principais sites de notícia e comunicação (imprensa em geral) - na minha opinião quando escrevemos com paixão, sem os limites de uma linha editorial tendenciosa, tudo fica mais espontâneo e original.

Espero que essas dicas ajudem você aproveitar ainda mais a divulgação de seu próprio conteúdo e também fazer melhor uso das funcionalidades do Post Social.
 

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Post Social recebe atualizações

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  Eduardo Favaretto  |  18/01/2010  às 16h09
* Empreendedor, Especialista em Internet
 Post Social recebe atualizações

Após alguns meses sem atualizações, o Post Social recebe a partir de janeiro de 2010 novas implementações periódicas e também divulga seu histórico de revisões efetuadas.

Eu me identifico com Tim O'reilly, da O'reilly Media, quando ele diz: "qualquer ferramenta da Web 2.0 encontra-se numa versão beta eternamente (eternal beta)".

Explicando um pouco melhor: o "beta eterno" nem sempre ocorre em virtude de falhas e bugs (como sabemos tradicionalmente do termo criado para softwares), mas por sempre poder incluir novos recursos, especialmente sugerido pelas necessidades encontradas pelos usuários - daí o porque de nunca chegar-se a uma versão "finalíssima" de um projeto on-line.

Indo por este caminho, a partir de hoje passamos a publicar uma página com as revisões que o Post Social recebe.
Você pode sugerir as implementações de recursos que achar interessante, comentando aqui nesta postagem ou pelo formulário de contato.

Já temos algumas demandas óbvias na fila, como por exemplo: caixa de busca por palavra chave, listagem de categorias dos conteúdos divulgados, integração com o Twitter, feeds das recomendações filtradas, comunicados por e-mail, etc.
Para os mais apressados já adianto que não existe receita mágica nem pirotecnia que automatize 100% do procedimento de publicação de conteúdo, até porque o que vale a pena quando você divulga um conteúdo próprio, uma nova postagem feita, uma notícia diferenciada... são os passos seguintes: o engajamento e participação ativa na mídia social que frequenta, o envolvimento de seus seguidores, a evolução da discussão do assunto, e por aí vai.

Em resumo, o Post Social (www.postsocial.com.br) é antes de mais nada um atalho rápido para você, uma reunião de links e procedimentos que facilitam e poupam seu tempo na rotina periódica de publicação de um novo conteúdo - também não podemos esquecer que todos os agregadores de conteúdo listados aqui são destinados à língua portuguesa (Brasil, Portugal e Mundo).

Se acha que o Post Social ajuda você, avise a gente, diga aqui que outro recurso seria útil na ferramenta - seu comentário será um incentivo para nossa equipe continuar inovando!

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Da era da informação para a era da recomendação
  
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O que são feeds?
O termo "feeds" vem do verbo em inglês "alimentar". Com um tipo de programa conhecido como "feeds reader" ou agregador você recebe as atualizações de conteúdo de sites escolhidos sem ter que visitá-los.

O que é RSS?
O formato RSS 2.0 significa "Really Simple Syndication", é um padrão de arquivo XML que contém dados agrupados por "tags" específicas. É amplamente utilizado pela comunidade dos blogse sites de notícias para compartilhar as suas últimas novidades.